quarta-feira, 10 de junho de 2009

Poesia criada no encontro de orientação com Fabrízia e participação muito especial de Núbia Paiva


A poesia tem tudo a ver
Com o cheiro da flor.
De várias espécies e cores
Que exalam seus odores.

A poesia tem tudo a ver
Com a rosa vermelha
Que representa o amor,
Quando é ofertada
Por alguém que de fato lhe amou.

A poesia tem tudo a ver
Com uma banheira,
Com água e pétalas de flor,
Para se viver um grande amor.

A poesia tem tudo a ver
Com um buquê de flores,
Para quem quer despertar
Grandes amores.

Filme Narradores de Javé



As narrativas que ouvi durante o filme, o contexto do lugar no qual se passava a história, a pesquisa de campo com os moradores, a preocupação do escriba com a adequação do texto pensando nos interlocutores, e principalmente as dificuldades em tornar o registro em um documento científico, me fizeram perceber o quanto a produção do meu memorial ainda precisava crescer.



http://www.adorocinemabrasileiro.com.br .Acesso em 10 de jun. 1998.

A farra diante da Câmara Digital

O contato das crianças com a câmara digital, ocorreu de maneira descontraída, foi um momento muito prazeroso, todos queriam ser o primeiro a manuseá-la.
Fizemos uma visita pelas ruas do bairro em que fica a escola e elas escolheram alguns lugares que queriam fotografar, imagens estas que serão manipuladas por eles no progama GIMP e outro momento.
Foi um farra!

Fotos de arquivo pessoal, tirada pelos alunos.


segunda-feira, 8 de junho de 2009

Mapa conceitual - educação ambiental

Este mapa conceitual sobre o trânsito em Irecê foi construído a partir de um grupo de trabalho com Rita, Rosa, Janete e Jucélia, na aula de educação ambiental com Professor Marcelo Faria.





quarta-feira, 3 de junho de 2009

Projeto de tecnologia

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
ENSINO FUNDAMENTAL /SÉRIES INICIAIS


Escola Municipal Padre Cícero
Direção: Laceni Cavalcante
Coordenação: Márcia Bartira
Professora: Maria Rita Rezende
Grupo a ser atendido: 1º ano do ensino fundamental
Período: II e III unidade


Projeto de inclusão digital
Tema: Eu e a imagem

Objetivo geral: Proporcionar o uso das novas tecnologias, para alunos do 1º ano do ensino fundamental I.

Justificativa: As crianças de hoje já nascem cercada pela tecnologia, portanto não dá para esperar que cresçam para serem alfabetizadas tecnologicamente. Acredito que diante das novas tecnologias que estão presentes, passa a ser urgente a inserção das crianças com esses recursos, e o papel da escola é propiciar esta interação por meio de aprendizagens significativas. Para Borges (2003), todo processo mental humano compõe a cognição. Esta é uma ação e a aprendizagem é uma negociação entre sistema e meio. O indivíduo conhece algo quando interage com esse algo. Desta forma, os indivíduos têm histórias diferentes porque interagem com o meio de formas diferentes. E, portanto, conhecem e aprendem de formas diferentes. Pensando neste aspecto, resolvi elaborar este mini projeto com o intuito de trazer para sala de aula a aprendizagem adquirida na oficina de imagem, para que meus alunos adquiram as mínimas competências com o manuseio da câmara fotográfica digital, buscando capturar boas imagens, bem como fazer uso do programa GIMP, para melhorarem suas imagens, que servirão de objeto de análise em sala de aula.

Objetivos específicos:
Conhecer e ter acesso a diferentes meios tecnológicos;
Conhecer as diferentes funcionalidades de uma câmera fotográfica digital;
Aprender a manusear a câmera fotográfica digital com cuidados necessários;
Aprender a fotografar respeitando os ângulos posicionais;
Conhecer o programa de edição de fotos (GIMP);
Observar a manipulação de fotos;
Planejar visita ao tabuleiro digital;

Atividades propostas:

Exposição de fotos tiradas pelos alunos;
Manipulação de fotos pelos alunos;
Comparar as imagens obtidas, discutindo sobre o que saiu legal ou não;
Escrita de ofícios de forma coletiva, solicitando o espaço do tabuleiro e do transporte para levar os alunos;
Elaboração combinados para o dia da visita;
Visita ao tabuleiro digital para que todos possam estar em contato com o computador e interagir;
Rodas de discussão coletivas sobre as aprendizagens adquiridas durante o processo;

Recursos necessários:
· Câmera fotográfica digital da professora;
· Computador da escola;
· Xérox coloridas das fotos tiradas pelos alunos;
· Computadores do tabuleiro digital;
· Micro ônibus da secretaria de educação ou transportes;

Avaliação:

A avaliação acontecerá de forma processual, com relatos orais dos alunos acompanhados de um relatório escrito da professora sobre suas aprendizagens, as dificuldades encontradas os problemas que por ventura surgirem durante a visita.

Referências:
BORGES, Mônica E. N. et al. Estudos cognitivos em ciência da informação. Enc. Bibli. R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, n. 15, 1 sem. 2003.

EDUCACAO, inforum. insite.com. br/ -a-crianca-e-a-tecnologia/1128255.html - 16k –acesso em26/05/2009

http://www2.uel.br/ccb/psicologia/revista/jb.htm.acesso em 15/12/2005

MICHELON, Valmir. Educar Através da Produção de Imagens, Revista Mundo Jovem. Ed.390, Editora Mundo jovem, Porto Alegre. Set.2008.

domingo, 17 de maio de 2009

Na última aula presencial da curso de imagem, tivemos a oportunidade de trabalhar com o programa cinelerra, que faz de edição de vídeo.
Nos grupos, fizemos um vídeo experimental para aprender a lhe dar com as ferramentas deste programa. Foi uma experiência muito gratificante, os vídeos ainda faltam fazer alguns ajustes. è um processo demorado, que requer muita atenção e dedicação, pois os detalhes de cortes são minusiosos. Mas é um trabalho muito prazeroso, pois os resultados nos deixam com a sensação de que é sempre é possível aprender algo quando nos dedicamos a fazer com empenho.

Michelon(2008), destaca que vivemos na era da imagem. Precisamos alfabetizar o aluno também neste contexto, para que saibam analisar criticamnete um programa de tv , um filme, uma fotografia, e reportagem de um jornal e até a Internet.Pensando nestes aspectos, estarei realizando um projeto uso da câmara digital e manipulação de fotos com meus alunos, buscando apoio no tabuleiro digital, haja visto que a escola só tem um computador, para atender a demanda de recebimento e envio dos documentos burocráticos.

MICHELON, Valmir. Educar Através da Produção de Imagens, Revista Mundo Jovem. Ed.390, Editora Mundo jovem,Porto Alegre.Set.2008.

sábado, 9 de maio de 2009

Reflexões da oficina matemática - Por Rita e Risolene

Buscando preencher uma lacuna na formação de professor facilitador de aprendizagem, nos escrevemos na oficina de matemática buscando sanar algumas dúvidas de como se trabalha outros tipos de jogos em sala de aula, sem ser boliche ou bingo, pois é geralmente o que todos se propõem a fazer.
Quando introduzimos os jogos em nossas instituições escolares, temos como principais objetivos o lazer ou a falsa idéia que estamos trabalhando conteúdos de maneira construtivista.
Diante das informações trazidas pelo professor Iron, percebemos que todos estes esforços que tínhamos com a proposta dos jogos estavam restringindo as aptidões dos nossos alunos.
Ele nos fez ver que é através do esforço e persistência que se consegue ser o melhor em qualquer modalidade que se proponha a fazer. É só ter como base dois elementos essenciais e fundamentais como o investimento em si próprio e o método eficaz para se desenvolver qualquer habilidade, visando assim o objetivo traçado para atingir a capacidade desejada.
Já o professor enquanto mediador de aprendizagens deve não só conhecer as regras do jogo, mas treinar bastante para poder ajudar os seus alunos a vencerem algumas etapas de compreensão de como se dá o processo de uso de estratégias para se alcançar uma vitória planejada.
Neste caso, a principal ferramenta do professor serão as intervenções, que devem ser feitas visando despertar o interesse para o uso de estratégias adequadas para cada jogo proposto.
Vale ressaltar que para os alunos menores de sete anos, a questão do descarte físico facilitará a compreensão de conceitos de conjunto para tirar ou colocar, daí então vem o trabalhar com materiais móveis.
Portanto conclui se que através dos jogos os seres humanos desenvolvem melhor planejamento das ações, a antecipação dos fatos e o raciocínio lógico.
Jogo peão à frente


fotos arquivo pessoal

terça-feira, 28 de abril de 2009

Refletindo sobre alfabetização

Através das pesquisas sobre a psicogênese da língua escrita de Emília Ferreiro e Ana Teberosk (1995), os educadores passaram a conhecer as concepções que facilitaram a compreensão dos diferentes níveis de escritas desenvolvidas pelas crianças, denominados de hipóteses.

Para se ter conhecimento de qual nível ou hipótese cada criança se encontra, é necessário fazer uma avaliação conhecida como diagnóstico de escrita, na qual o professor ditará algumas palavras e frases para que a criança escreva.

Alguns critérios são necessários neste momento, como a escolha adequada das palavras que serão ditadas, para que não coincidam as mesmas vogais seguidas, para evitar que aconteça um conflito na hora de escrever que possa vir inibir a escrita da criança. (ex: macaco, banana, peteca, ioiô).


Faz-se necessário um olhar criterioso para estar detectando as diferentes etapas deste processo que são: pré – silábico, silábico sem valor sonoro, silábico com valor sonoro, silábico alfabético e alfabético. Existem ainda algumas variações dentro destes níveis.


É por este motivo que nas atividades propostas em sala de aula, não podemos exigir que todos os discentes respondam no mesmo nível. Cabendo ao professor planejar as atividades para que as possam avançar em relação à hipótese que se encontra no momento do diagnóstico investigativo.


Durante o processo de aplicação das atividades, o mediador deve fazer intervenções apropriadas para que as crianças avancem nas suas hipóteses de escrita, refletindo quantas e quais letras se usam para escrever as palavras e ou como é agrafia correta de determinadas palavras. Uma boa estratégia para estes momentos são as atividades realizadas em grupos seguindo a ideia de agrupamentos produtivos, para que um possa estar ajudando o outro.


Segundo Geovana Zen, se pensarmos em atividades que em que os alunos possam pensar e na organização das suas ideias, que possam estar interagindo no grupo e principalmente se a escrita for funcional, as crianças vão avançar e adquirir a base alfabética com mais rapidez.


Este é o alvo de qualquer docente, no entanto sabemos que não existem fórmulas mágicas. Vou prosseguir buscando caminhos e incorporando á minha pratica para alcançar o principal objetivo que é alfabetizar todas as crianças que venham para minha sala.


FERREIRO, Emília. Desenvolvimento da Alfabetização: psicogênese. In: GOODMAN, Yetta M. (Org). Como as Crianças Constroem a Leitura e a Escrita: Perspectivas Piagetianas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.

Relatório do curso de alfabetização

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
ENSINO FUNDAMENTAL /SÉRIES INICIAIS

CLEIDINEIA SOUZA OLIVEIRA, GLEIVIA MACIA ROSA RODRIGUÊS SILVA, MARIA RITA DE OLIVEIRA REZENDE E PAULA FRANCINETE ROSA RODRIGUES


RELATÓRIO
Professor orientador: Geovana Zen

INTRODUÇÃO

O objetivo da atividade foi diagnosticar as hipóteses de escrita dos alunos, com intuito de promover atividades diferenciadas no propósito de entender o modo como às crianças organizam seus pensamentos durante a produção de leitura e escrita.

A atividade foi realizada na Escola Municipal Padre Cícero, situada no Bairro Silva Pereira. Esta instituição de ensino atende desde o segundo segmento da Educação Infantil até ao Fundamental I.

Escolhemos o 1º Ano do Ensino Fundamental I com 20 alunos, tendo como docente a professora Maria Rita de Oliveira Rezende.

A proposta de trabalho: levantamento das hipóteses, tabulação, seleção das duplas de trabalho e realização das atividades.

Hipóteses de escritas

Pré-silábico:
Adriele, Larissa, Marcos, Alessandra, Ana Clara, Caio, Vinícius e Raiane.

Silábico sem valor sonoro:
Clara, Camilly, Danilo e João Paulo.

Silábico com valor sonoro:
Fábio, Gardinha, Káthila, Lucas e Marcos Vinícius.

Alfabético:
Beatriz e Mateus

Amoastras de escritas

Hipótese Pré-silábica







Hipótese silábica sem valor sonoro




Hipótese Silábica com valor sonoro




Hipótese Alfabética

Planejamento


Atividade de Leitura e Escrita de uma parlenda conhecida.

Duração aproximada: 50 minutos

Objetivos:

Que os alunos possam pôr em jogo tudo que sabe e pensa sobre o sistema de escrita;
Estabelecer a relação entre o oral e a escrita;
Refletir quantas e quais letras fazem parte de cada palavra;
Interpretar a própria escrita e justificar para si mesma e para outros as escolhas feitas ao escrever;
Utiliza os conhecimentos convencionais das letras;
Utilizar estratégias de antecipação e checagem das letras;
Utilizar pistas indicadas pelo professor (Nomes de alunos como referência);
Discutir com o parceiro as escolhas feitas;
Ordenar as partes do texto ajustando o falado ao escrito;


Desenvolvimento:

Quem lembra da parlenda Rei Capitão?Vamos recitar?
Agora iremos realizar uma atividade com esse mesmo texto que acabamos de recitar.
Para que atividade aconteça de maneira organizada, estaremos dividindo a turma em várias duplas.

Possíveis Intervenções:

· Orientar as duplas a observarem todas as palavras que fazem parte da parlenda;
· Qual letra começa e termina com a palavra que você estar procurando?
· Leia a palavra que você encontrou.
· A palavra que você esta procurando começa igual a do seu colega?
· Quais letras fazem parte de tal palavra?
· Quantas letras precisará para formar a palavra (soldado, ladrão, coração, etc.)?
· Por que você escolheu essa letra?


Agrupamento da turma:


ATIVIDADE 1:

Clara e Adriele
Ana Clara e camilly
Fábio e Marcos Vinicius
Káthila e Lucas
Riquelly e João Paulo

ATIVIDADE 2:
Mateus e Beatriz

ATIVIDADE 3:
Vinicius e Alessandra
Larissa e Marcos Ferreira
Danilo e Gardinha
Raiane e Caio



Descrição da atividade

“Agrupar as crianças é uma estratégia importante na alfabetização, já que a troca de conhecimentos leva à reflexão sobre a escrita e faz todos avançarem”.
Tarso Augusto


A interação dos alunos em agrupamentos possibilita ao professor o desenvolvimento de atividades diferenciadas, considerando as hipóteses de aproximação para que haja reflexão sobre o sistema de leitura e escrita, facilitando o avanço dos sujeitos envolvidos.

Para a realização da atividade de Alfabetização proposta pela professora Geovana Zen, o grupo foi composto pelas professoras Cleidinéia Sousa Oliveira, Gleivia Macia Rosa Rodrigues Silva, Maria Rita de Oliveira Rezende e Paula Francinete Rosa Rodrigues. A principio fizemos a escolha das palavras a serem utilizada durante o diagnóstico a partir de uma perspectiva da psicogênese da língua escrita de Emilia Ferreiro e Ana Teberosky (1985), escolhemos as seguintes palavras: MARIPOSA, FORMIGA, URSO, RÃ e a frase A FORMIGA PICOU MEU PÉ.

Cada professora ficou responsável por cinco alunos para realizar o diagnóstico. Em seguida foi feita à tabulação das hipóteses para a escolha das duplas de trabalho. Percebemos que a quantidade de alunos com a hipótese pré-silábica que existia não dava para fazer o agrupamento mais sistematizado.

Por se tratar de alunos tranquilos quanto ao comportamento, a atividade transcorreu sem grandes conflitos. O único problema apresentado foi com dupla que fazia parte na mesma mesa de outra e não conseguiam se
entender então, achamos conveniente mudar de lugar.

No decorrer das atividades realizadas em duplas percebemos que os alunos enfrentaram incertezas quanto à escrita das palavras. A dupla de alunos alfabéticos agiram com mais independência, o que permitiu o nosso maior envolvimento com outras duplas que não compreendiam o sistema de escrita.

A participação dos alunos nas discussões durante atividade foi de extrema importância, houve um grande envolvimento nas parcerias de tal forma que surgiram algumas questões entre eles, principalmente quando apareciam algumas palavras complexas como: (SOLDADO, CORAÇÃO, LADRÃO, MOÇA, CAPITÃO).

Percebemos também as dificuldades que os alunos apresentam na hora de se expressar por escrito e de organizarem juntos suas idéias. Diante desse quadro buscamos incentivá-los a falar sobre suas dúvidas.

Segue abaixo alguns questionamentos feitos pelos discentes e docentes:



Atividade 1-Montagem com as palavras da parlenda.


Figura nº. 01-Arquivo Pessoal

Professora- “Procure a palavra REI”.
Clara – “A palavra rei começa com R?”.
Professora- “Você conhece outras palavras que começam com a letra R?”.
Clara- “Sim! O nome da minha professora Rita”.
Professora – “Fale outras palavras que começam com a letra R”.
Clara – “Rato e Riquelly”.
Professora – “E rei termina com qual letra?”
Clara- “Com a letra i”.
Professora – “Procure a palavra CAPITÃO entre as palavras”.
Adriele – “Esta aqui Capitão.”
Professora – “Porque você escolheu essa palavra?”.
Adriele - “Por que começa com a letra C”.


Atividade 2 – Montagem com as letras que fazem parte da parlenda.


Figura nº. 02-Arquivo Pessoal


Mateus - “Beatriz soldado é com L, mas o som é de U, essa palavra começa igual a sol que também termina com L”.
Beatriz: - Pensativa “Acho que é com U”.
Professora – “Beatriz, Mateus disse que escreve com L só que ele tem o som de U. E você porque você acha que é com U?”.
Beatriz- “Eu não sei, mas escrevo é com U”.

Neste momento entrei com algumas intervenções mostrei novas palavras com a mesma grafia para que pudessem chegar ao uma conclusão e ela percebeu que a palavra SOLDADO realmente começa como a palavra sol.

Atividade 3 – Montagem da parlenda com todas as letras do alfabeto.


Figura nº. 03-Arquivo Pessoal.


Gardinha-“ seleciona a letra inicial e afinal da palavra soldado e Danilo balançava a cabeça.
Professora- “Porque você está balançando a cabeça Danilo? Você acha que soldado começa com qual letra?”.
Danilo - “Hum! É a letra O!”.
Gardinha- “Não! S é de soldado (indicando o S para fazer a referencia sol e o O ao dado)’.
Professora – “Então vamos pensar na palavra leia aqui novamente, vamos começar por sol. Sol como é que escreve SO?”
Gardinha – “So é um S e um O”.
Danilo- “Eu não disse?”.
Professora – “E como é a escrita da palavra DADO?”
Gardinha – “È o D e O”


Considerações Finais

A contribuição do ensino e aprendizagem para o processo de alfabetização dos alunos vem se tornando cada vez mais sistematizado no espaço escolar.

As atividades mostram uma linguagem bastante individual com o uso de sua própria percepção e conhecimento. Entretanto, as hipóteses são importantes para fazer uma análise do nível de aprendizagem de cada aluno, mesmo fazendo uso de um conhecimento ainda não adquirido e aqueles que já estão em uma aquisição alfabética que eles possam pensar e repensar na sua escrita como forma de busca nos seus conhecimentos e tendo assim ajuda do seu parceiro de trabalho durante a atividade desenvolvida.

Conclui-se que as atividades experimentais estimulam a oralidade na argumentação do conhecimento de cada um e que a escrita é o resultado da leitura como possibilidades de pensar e discutir sobre o que escreveu diante de uma situação proposta, principalmente em parceria com seu colega. Cabe ao professor dar oportunidade ao docente para produzir texto mesmo sem adquirir a base alfabética.



Referências:

AUGUSTO, Tarso - Parceiro em ação-Revista Nova Escola. p.30.ed.especial. 22. Editora Abril, São Paulo 2009.

FERREIRO, Emilia. Desenvolvimento da Alfabetização: psicogênese. In: GOODMAN, Yetta M. (Org). Como as Crianças Constroem a Leitura e a Escrita: Perspectivas Piagetianas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995, p.22-35.



quarta-feira, 22 de abril de 2009

MINHA MONTAGEM



A oficina de imagem de hoje nos proporcionou trabalhar com as diferentes camadas que uma imagem pode passar.
É um trabalho que requer muita paciência e dedicação, mas vale a pena aprender pois garante efeitos maravilhosos.
Nesta montagem estou me sentindo a própria estrela de cinema.
Esta montagem foi realizada no programa Inkscape (Imagem Vetorial) e no Gimp utilizando a ferramenta filtros para efeito de tira de filme.

Eu manipulando imagem

Os primeiros frutos da curiosidade começam a aparecer. Já manipulei minha primeira imagem por conta própria, foi só ter um pouco de atenção para ler o que as ferramentas do GIMP indicavam. Eis eu ai em um dos cenários mais populares da Bahia( Morro do Pai Inácio).
Temos que dominar as diferentes TICs e não corrermos dela, pois elas passaram a fazer parte do nosso contexto social. Creio que o período de aprendizado depende do interesse do indivíduo que está envolvido com o processo.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Oficina da Imagem


O resultado de uma boa imagem é um jogo entre algumas barras de ferramentas utilizadas de forma adequada, portanto é possível se fazer uma “nova” imagem a partir de manipulações, através de programas adequados como o gimp.
Os processos realizados por este programa permitem que fotos sejam recortadas, tratadas, redimensionadas, rotacionadas, selecionadas e principalmente filtradas para se obter uma melhor qualidade.

Esse é justamente nosso objetivo no final da oficina, dominar este espaço de melhorar as imagens que produzimos.