domingo, 17 de maio de 2009

Na última aula presencial da curso de imagem, tivemos a oportunidade de trabalhar com o programa cinelerra, que faz de edição de vídeo.
Nos grupos, fizemos um vídeo experimental para aprender a lhe dar com as ferramentas deste programa. Foi uma experiência muito gratificante, os vídeos ainda faltam fazer alguns ajustes. è um processo demorado, que requer muita atenção e dedicação, pois os detalhes de cortes são minusiosos. Mas é um trabalho muito prazeroso, pois os resultados nos deixam com a sensação de que é sempre é possível aprender algo quando nos dedicamos a fazer com empenho.

Michelon(2008), destaca que vivemos na era da imagem. Precisamos alfabetizar o aluno também neste contexto, para que saibam analisar criticamnete um programa de tv , um filme, uma fotografia, e reportagem de um jornal e até a Internet.Pensando nestes aspectos, estarei realizando um projeto uso da câmara digital e manipulação de fotos com meus alunos, buscando apoio no tabuleiro digital, haja visto que a escola só tem um computador, para atender a demanda de recebimento e envio dos documentos burocráticos.

MICHELON, Valmir. Educar Através da Produção de Imagens, Revista Mundo Jovem. Ed.390, Editora Mundo jovem,Porto Alegre.Set.2008.

sábado, 9 de maio de 2009

Reflexões da oficina matemática - Por Rita e Risolene

Buscando preencher uma lacuna na formação de professor facilitador de aprendizagem, nos escrevemos na oficina de matemática buscando sanar algumas dúvidas de como se trabalha outros tipos de jogos em sala de aula, sem ser boliche ou bingo, pois é geralmente o que todos se propõem a fazer.
Quando introduzimos os jogos em nossas instituições escolares, temos como principais objetivos o lazer ou a falsa idéia que estamos trabalhando conteúdos de maneira construtivista.
Diante das informações trazidas pelo professor Iron, percebemos que todos estes esforços que tínhamos com a proposta dos jogos estavam restringindo as aptidões dos nossos alunos.
Ele nos fez ver que é através do esforço e persistência que se consegue ser o melhor em qualquer modalidade que se proponha a fazer. É só ter como base dois elementos essenciais e fundamentais como o investimento em si próprio e o método eficaz para se desenvolver qualquer habilidade, visando assim o objetivo traçado para atingir a capacidade desejada.
Já o professor enquanto mediador de aprendizagens deve não só conhecer as regras do jogo, mas treinar bastante para poder ajudar os seus alunos a vencerem algumas etapas de compreensão de como se dá o processo de uso de estratégias para se alcançar uma vitória planejada.
Neste caso, a principal ferramenta do professor serão as intervenções, que devem ser feitas visando despertar o interesse para o uso de estratégias adequadas para cada jogo proposto.
Vale ressaltar que para os alunos menores de sete anos, a questão do descarte físico facilitará a compreensão de conceitos de conjunto para tirar ou colocar, daí então vem o trabalhar com materiais móveis.
Portanto conclui se que através dos jogos os seres humanos desenvolvem melhor planejamento das ações, a antecipação dos fatos e o raciocínio lógico.
Jogo peão à frente


fotos arquivo pessoal

terça-feira, 28 de abril de 2009

Refletindo sobre alfabetização

Através das pesquisas sobre a psicogênese da língua escrita de Emília Ferreiro e Ana Teberosk (1995), os educadores passaram a conhecer as concepções que facilitaram a compreensão dos diferentes níveis de escritas desenvolvidas pelas crianças, denominados de hipóteses.

Para se ter conhecimento de qual nível ou hipótese cada criança se encontra, é necessário fazer uma avaliação conhecida como diagnóstico de escrita, na qual o professor ditará algumas palavras e frases para que a criança escreva.

Alguns critérios são necessários neste momento, como a escolha adequada das palavras que serão ditadas, para que não coincidam as mesmas vogais seguidas, para evitar que aconteça um conflito na hora de escrever que possa vir inibir a escrita da criança. (ex: macaco, banana, peteca, ioiô).


Faz-se necessário um olhar criterioso para estar detectando as diferentes etapas deste processo que são: pré – silábico, silábico sem valor sonoro, silábico com valor sonoro, silábico alfabético e alfabético. Existem ainda algumas variações dentro destes níveis.


É por este motivo que nas atividades propostas em sala de aula, não podemos exigir que todos os discentes respondam no mesmo nível. Cabendo ao professor planejar as atividades para que as possam avançar em relação à hipótese que se encontra no momento do diagnóstico investigativo.


Durante o processo de aplicação das atividades, o mediador deve fazer intervenções apropriadas para que as crianças avancem nas suas hipóteses de escrita, refletindo quantas e quais letras se usam para escrever as palavras e ou como é agrafia correta de determinadas palavras. Uma boa estratégia para estes momentos são as atividades realizadas em grupos seguindo a ideia de agrupamentos produtivos, para que um possa estar ajudando o outro.


Segundo Geovana Zen, se pensarmos em atividades que em que os alunos possam pensar e na organização das suas ideias, que possam estar interagindo no grupo e principalmente se a escrita for funcional, as crianças vão avançar e adquirir a base alfabética com mais rapidez.


Este é o alvo de qualquer docente, no entanto sabemos que não existem fórmulas mágicas. Vou prosseguir buscando caminhos e incorporando á minha pratica para alcançar o principal objetivo que é alfabetizar todas as crianças que venham para minha sala.


FERREIRO, Emília. Desenvolvimento da Alfabetização: psicogênese. In: GOODMAN, Yetta M. (Org). Como as Crianças Constroem a Leitura e a Escrita: Perspectivas Piagetianas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.

Relatório do curso de alfabetização

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
ENSINO FUNDAMENTAL /SÉRIES INICIAIS

CLEIDINEIA SOUZA OLIVEIRA, GLEIVIA MACIA ROSA RODRIGUÊS SILVA, MARIA RITA DE OLIVEIRA REZENDE E PAULA FRANCINETE ROSA RODRIGUES


RELATÓRIO
Professor orientador: Geovana Zen

INTRODUÇÃO

O objetivo da atividade foi diagnosticar as hipóteses de escrita dos alunos, com intuito de promover atividades diferenciadas no propósito de entender o modo como às crianças organizam seus pensamentos durante a produção de leitura e escrita.

A atividade foi realizada na Escola Municipal Padre Cícero, situada no Bairro Silva Pereira. Esta instituição de ensino atende desde o segundo segmento da Educação Infantil até ao Fundamental I.

Escolhemos o 1º Ano do Ensino Fundamental I com 20 alunos, tendo como docente a professora Maria Rita de Oliveira Rezende.

A proposta de trabalho: levantamento das hipóteses, tabulação, seleção das duplas de trabalho e realização das atividades.

Hipóteses de escritas

Pré-silábico:
Adriele, Larissa, Marcos, Alessandra, Ana Clara, Caio, Vinícius e Raiane.

Silábico sem valor sonoro:
Clara, Camilly, Danilo e João Paulo.

Silábico com valor sonoro:
Fábio, Gardinha, Káthila, Lucas e Marcos Vinícius.

Alfabético:
Beatriz e Mateus

Amoastras de escritas

Hipótese Pré-silábica







Hipótese silábica sem valor sonoro




Hipótese Silábica com valor sonoro




Hipótese Alfabética

Planejamento


Atividade de Leitura e Escrita de uma parlenda conhecida.

Duração aproximada: 50 minutos

Objetivos:

Que os alunos possam pôr em jogo tudo que sabe e pensa sobre o sistema de escrita;
Estabelecer a relação entre o oral e a escrita;
Refletir quantas e quais letras fazem parte de cada palavra;
Interpretar a própria escrita e justificar para si mesma e para outros as escolhas feitas ao escrever;
Utiliza os conhecimentos convencionais das letras;
Utilizar estratégias de antecipação e checagem das letras;
Utilizar pistas indicadas pelo professor (Nomes de alunos como referência);
Discutir com o parceiro as escolhas feitas;
Ordenar as partes do texto ajustando o falado ao escrito;


Desenvolvimento:

Quem lembra da parlenda Rei Capitão?Vamos recitar?
Agora iremos realizar uma atividade com esse mesmo texto que acabamos de recitar.
Para que atividade aconteça de maneira organizada, estaremos dividindo a turma em várias duplas.

Possíveis Intervenções:

· Orientar as duplas a observarem todas as palavras que fazem parte da parlenda;
· Qual letra começa e termina com a palavra que você estar procurando?
· Leia a palavra que você encontrou.
· A palavra que você esta procurando começa igual a do seu colega?
· Quais letras fazem parte de tal palavra?
· Quantas letras precisará para formar a palavra (soldado, ladrão, coração, etc.)?
· Por que você escolheu essa letra?


Agrupamento da turma:


ATIVIDADE 1:

Clara e Adriele
Ana Clara e camilly
Fábio e Marcos Vinicius
Káthila e Lucas
Riquelly e João Paulo

ATIVIDADE 2:
Mateus e Beatriz

ATIVIDADE 3:
Vinicius e Alessandra
Larissa e Marcos Ferreira
Danilo e Gardinha
Raiane e Caio



Descrição da atividade

“Agrupar as crianças é uma estratégia importante na alfabetização, já que a troca de conhecimentos leva à reflexão sobre a escrita e faz todos avançarem”.
Tarso Augusto


A interação dos alunos em agrupamentos possibilita ao professor o desenvolvimento de atividades diferenciadas, considerando as hipóteses de aproximação para que haja reflexão sobre o sistema de leitura e escrita, facilitando o avanço dos sujeitos envolvidos.

Para a realização da atividade de Alfabetização proposta pela professora Geovana Zen, o grupo foi composto pelas professoras Cleidinéia Sousa Oliveira, Gleivia Macia Rosa Rodrigues Silva, Maria Rita de Oliveira Rezende e Paula Francinete Rosa Rodrigues. A principio fizemos a escolha das palavras a serem utilizada durante o diagnóstico a partir de uma perspectiva da psicogênese da língua escrita de Emilia Ferreiro e Ana Teberosky (1985), escolhemos as seguintes palavras: MARIPOSA, FORMIGA, URSO, RÃ e a frase A FORMIGA PICOU MEU PÉ.

Cada professora ficou responsável por cinco alunos para realizar o diagnóstico. Em seguida foi feita à tabulação das hipóteses para a escolha das duplas de trabalho. Percebemos que a quantidade de alunos com a hipótese pré-silábica que existia não dava para fazer o agrupamento mais sistematizado.

Por se tratar de alunos tranquilos quanto ao comportamento, a atividade transcorreu sem grandes conflitos. O único problema apresentado foi com dupla que fazia parte na mesma mesa de outra e não conseguiam se
entender então, achamos conveniente mudar de lugar.

No decorrer das atividades realizadas em duplas percebemos que os alunos enfrentaram incertezas quanto à escrita das palavras. A dupla de alunos alfabéticos agiram com mais independência, o que permitiu o nosso maior envolvimento com outras duplas que não compreendiam o sistema de escrita.

A participação dos alunos nas discussões durante atividade foi de extrema importância, houve um grande envolvimento nas parcerias de tal forma que surgiram algumas questões entre eles, principalmente quando apareciam algumas palavras complexas como: (SOLDADO, CORAÇÃO, LADRÃO, MOÇA, CAPITÃO).

Percebemos também as dificuldades que os alunos apresentam na hora de se expressar por escrito e de organizarem juntos suas idéias. Diante desse quadro buscamos incentivá-los a falar sobre suas dúvidas.

Segue abaixo alguns questionamentos feitos pelos discentes e docentes:



Atividade 1-Montagem com as palavras da parlenda.


Figura nº. 01-Arquivo Pessoal

Professora- “Procure a palavra REI”.
Clara – “A palavra rei começa com R?”.
Professora- “Você conhece outras palavras que começam com a letra R?”.
Clara- “Sim! O nome da minha professora Rita”.
Professora – “Fale outras palavras que começam com a letra R”.
Clara – “Rato e Riquelly”.
Professora – “E rei termina com qual letra?”
Clara- “Com a letra i”.
Professora – “Procure a palavra CAPITÃO entre as palavras”.
Adriele – “Esta aqui Capitão.”
Professora – “Porque você escolheu essa palavra?”.
Adriele - “Por que começa com a letra C”.


Atividade 2 – Montagem com as letras que fazem parte da parlenda.


Figura nº. 02-Arquivo Pessoal


Mateus - “Beatriz soldado é com L, mas o som é de U, essa palavra começa igual a sol que também termina com L”.
Beatriz: - Pensativa “Acho que é com U”.
Professora – “Beatriz, Mateus disse que escreve com L só que ele tem o som de U. E você porque você acha que é com U?”.
Beatriz- “Eu não sei, mas escrevo é com U”.

Neste momento entrei com algumas intervenções mostrei novas palavras com a mesma grafia para que pudessem chegar ao uma conclusão e ela percebeu que a palavra SOLDADO realmente começa como a palavra sol.

Atividade 3 – Montagem da parlenda com todas as letras do alfabeto.


Figura nº. 03-Arquivo Pessoal.


Gardinha-“ seleciona a letra inicial e afinal da palavra soldado e Danilo balançava a cabeça.
Professora- “Porque você está balançando a cabeça Danilo? Você acha que soldado começa com qual letra?”.
Danilo - “Hum! É a letra O!”.
Gardinha- “Não! S é de soldado (indicando o S para fazer a referencia sol e o O ao dado)’.
Professora – “Então vamos pensar na palavra leia aqui novamente, vamos começar por sol. Sol como é que escreve SO?”
Gardinha – “So é um S e um O”.
Danilo- “Eu não disse?”.
Professora – “E como é a escrita da palavra DADO?”
Gardinha – “È o D e O”


Considerações Finais

A contribuição do ensino e aprendizagem para o processo de alfabetização dos alunos vem se tornando cada vez mais sistematizado no espaço escolar.

As atividades mostram uma linguagem bastante individual com o uso de sua própria percepção e conhecimento. Entretanto, as hipóteses são importantes para fazer uma análise do nível de aprendizagem de cada aluno, mesmo fazendo uso de um conhecimento ainda não adquirido e aqueles que já estão em uma aquisição alfabética que eles possam pensar e repensar na sua escrita como forma de busca nos seus conhecimentos e tendo assim ajuda do seu parceiro de trabalho durante a atividade desenvolvida.

Conclui-se que as atividades experimentais estimulam a oralidade na argumentação do conhecimento de cada um e que a escrita é o resultado da leitura como possibilidades de pensar e discutir sobre o que escreveu diante de uma situação proposta, principalmente em parceria com seu colega. Cabe ao professor dar oportunidade ao docente para produzir texto mesmo sem adquirir a base alfabética.



Referências:

AUGUSTO, Tarso - Parceiro em ação-Revista Nova Escola. p.30.ed.especial. 22. Editora Abril, São Paulo 2009.

FERREIRO, Emilia. Desenvolvimento da Alfabetização: psicogênese. In: GOODMAN, Yetta M. (Org). Como as Crianças Constroem a Leitura e a Escrita: Perspectivas Piagetianas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995, p.22-35.



quarta-feira, 22 de abril de 2009

MINHA MONTAGEM



A oficina de imagem de hoje nos proporcionou trabalhar com as diferentes camadas que uma imagem pode passar.
É um trabalho que requer muita paciência e dedicação, mas vale a pena aprender pois garante efeitos maravilhosos.
Nesta montagem estou me sentindo a própria estrela de cinema.
Esta montagem foi realizada no programa Inkscape (Imagem Vetorial) e no Gimp utilizando a ferramenta filtros para efeito de tira de filme.

Eu manipulando imagem

Os primeiros frutos da curiosidade começam a aparecer. Já manipulei minha primeira imagem por conta própria, foi só ter um pouco de atenção para ler o que as ferramentas do GIMP indicavam. Eis eu ai em um dos cenários mais populares da Bahia( Morro do Pai Inácio).
Temos que dominar as diferentes TICs e não corrermos dela, pois elas passaram a fazer parte do nosso contexto social. Creio que o período de aprendizado depende do interesse do indivíduo que está envolvido com o processo.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Oficina da Imagem


O resultado de uma boa imagem é um jogo entre algumas barras de ferramentas utilizadas de forma adequada, portanto é possível se fazer uma “nova” imagem a partir de manipulações, através de programas adequados como o gimp.
Os processos realizados por este programa permitem que fotos sejam recortadas, tratadas, redimensionadas, rotacionadas, selecionadas e principalmente filtradas para se obter uma melhor qualidade.

Esse é justamente nosso objetivo no final da oficina, dominar este espaço de melhorar as imagens que produzimos.

domingo, 23 de novembro de 2008

Rita Rezende - Perfil


No ano de 1971, eu completava 1 ano de idade e Virgulino chega a Juazeiro da Bahia, vindo do Ceará. Neste mesmo ano Clarice Lispector lançava a coletânea de contos Felicidade Clandestina, textos esses que viriam a ser um dos meus preferidos quando adulta.


Com sete anos, passei a freqüentar o Grupo Escolar Imaculada Conceição, com a professora Arlete, posso lembrar com perfeição o aroma do pastel feito no tabuleiro da saudosa Dalva, que ficava do lado de fora dos portões da escola e das paçocas de carne de sol que vinham naquelas latas de alumínio, tinham um sabor irresistível.
Era o ano de 1976, exatamente quando Virgulino chega a Jacobina vindo de Juazeiro da Bahia com 23 anos de idade.


Os tempos mudam os movimentos sociais ganham novos rumos e novas expectativas, esta semana vivenciei uma passeata pala paz, na escola que leciono feita nas principais ruas do Bairro, e o cheiro inebriante de poeira tomava conta do ar.
Em 1979, com 10 anos de idade fiz parte do meu primeiro desfile cívico, cujo tema era Ano Internacional da paz, recordo-me do mesmo cheiro de poeira causado pala falta de pavimentação nas ruas. Neste mesmo ano Virgulino se casava pela primeira vez.


A entrada para o Colégio Cenecista José Gonçalves da Silva, era início do ano de 1982, eu com apenas 12 anos e já tinha a preocupação com diferentes disciplinas a serem estudadas. Na escola chegava os rumores sobre a água doce na região, através do Projeto Mirorós. Nos bancos da escola os diferentes cheiros de perfumes dos garotos que paquerávamos, porém o Topaz da avon era o carro chefe dos preferidos. Virgulino chega a Irecê para trabalhar em perfuração de poços artesianos e continua morando em Jacobina.

Em 1988, acontece à legitimação da Constituição Federal, e eu me preparo para minha colação de graus em magistério, agora no Colégio Municipal Henrique Brito Filho. Minha mocidade é marcada pelo aroma do perfume Sândalos e Virgulino muda-se de Jacobina para Morro do Chapéu, e tenta um segundo casamento que dura poucos meses.


Na pequena cidade em que morava acontece um grande movimento por conta do lançamento do Plano Verão e Cruzado Novo, o ano 1989, assim como em todo o comércio, o açougue do meu pai, ganha um movimento em demasia, por conta da falta de carne, devido o congelamento dos preços; não se achava bois para comprar, e quando abatia algum, as filas eram imensas nos corredores da minha casa.
Minha mudança para Irecê e o encontro com Virgulino, àquele que dali a poucos meses viria a ser meu marido, que foi marcado pelo barulho do acelerador do caminhão e o cheiro forte de diesel queimado que exalava da descarga do mesmo.


Depois de tantas idas e vindas marcamos o nosso casamento, era 1990 e ainda não havíamos comprado todos os moveis para nossa casa, Virgulino agora meu noivo, fez uma viagem para Salvador a trabalho e me prometeu trazer de lá um televisor colorido, só que para nossa surpresa surge o Cruzeiro. O dinheiro ficou retido no banco, tivemos que esperar mais alguns dias para o casamento acontecer.


Hoje já casada, no dia 27 de Julho de 1992 nasce minha primeira filha, o aroma que me recordo é da colônia cheirinho de nenê, que tinha a coloração rosada, e os sons de muitos choros tanto da minha filha quanto meu, pois não tive leite para amamentá-la. Seis meses depois, comemoro a renuncia de Fernando Collor de Mello à Presidência da República, em pensar que eu havia contribuído para ele estar lá e ele adiou meu sonho, fico com raiva até hoje.

Minha família começa a crescer cada vez mais, no ano de 1996 nasce minha filha caçula, e a minha primogênita começa a freqüentar a escola. Neste mesmo ano, a educação começa a tomar um novo rumo, através do sancionamento da lei nº. 9394. Eu começo a vivenciar estas mudanças, através das informações obtidas na escola Joana Angélica que minha filha estudava, e a Escola Municipal Padre Cícero que minha irmã estava como diretora. Passo a desejar lecionar em uma escola municipal.


Há um ano Irecê vive uma revolução educacional com a chegada da consultoria avante. Estamos em 1998 e eu agora ingresso na Rede Municipal de Ensino. O cheiro da merenda na escola, que era feita com um cuidado todo especial, chegava até as salas de aula, despertando a fome em todos, principalmente quando vinha almôndega para colocar no macarrão, era a merenda preferida por todos os alunos.
O Brasil vive um momento único, com o lançamento de novas moedas de metais, diferenciadas tanto pela cor, quanto pelo valor. Recebi meu primeiro salário de professor, já recebi algumas dessas moedas.


Junho de 1999 começa uma nova etapa na minha vida enquanto educadora, a escola Padre Cícero é escolhida como Piloto, pala Avante (Organização Não Governamental), onde teria uma sala laboratório de aulas práticas e teóricas, que seria filmada e levada para servir de objeto de discussão dos professores da rede municipal, se seria viável ou não expandir o que ali era apresentado. Valéria, minha filha caçula com dois anos e oito meses, começa a estudar na Escola Municipal de Educação infantil Irene Garafoni, Ludmila com sete anos também passa a freqüentar a Escola Municipal Padre Cícero.
Neste mesmo ano acontece às mudanças no regime cambial, o que acaba interferindo no andamento das finanças de todos os assalariados, por conta dos menores juros reais já vistos.


Em 2000, como professora da Escola Piloto da Rede Municipal, fui convidada pela Avante (ONG) a fazer parte da elaboração do Currículo Unificado da Rede Municipal de Ensino, juntamente com mais professores de outras instituições de ensino, diretores e a sociedade civil organizada. Começávamos então a se pensar em um documento norteador das práticas pedagógicas, que daria um norte mais seguro ao professor. Eu que não entendia nada de currículo e em qual contexto se dava, tive que correr à trás de teóricos que tratavam do assunto, para não ficar de fora das discussões. Com o lançamento da lei de responsabilidade fiscal no mesmo ano, tivemos alguns momentos para tratar desse tema, pois há decisões no currículo que fala de questão financeira para garantir sua publicação e distribuição, uma vez que o banco do Brasil era o patrocinador oficial do documento em questão.


Em 2001 me afastei da Rede Municipal, por questões financeiras e ideológicas, buscando assim algo que me desse uma remuneração melhor. Tive chance de fazer parte dos funcionários da Fazenda Nova Canaã no Centro Educacional Batel. Vivi outro contexto educacional do qual havia acostumado na Rede municipal, pois se tratava de uma escola assistencialista. Neste mesmo período, a Rede Municipal começou uma nova etapa com o lançamento dos Parâmetros Curriculares Nacionais, o que me fez desejar estar novamente entre eles.
Logo após o segundo semestre do mesmo ano, fui convidada a retornar a mesma escola que lecionava e não pensei duas vezes, pois gostava de estar onde de fato as mudanças na educação aconteciam.


Em meio a esta trajetória, já havia prestado dois concursos públicos na área de magistério, sem conseguir êxito. Pra minha felicidade, a Universidade Federal da Bahia, já havia sido instalada na cidade, e somente em 2004, tive a chance de passar em um concurso na minha área. Comecei a vivenciar novas situações a partir daí, principalmente a lutar pelos meus direitos trabalhistas, enquanto professora concursada da rede Pública Municipal.
Dentre os muitos benefícios trazidos pela Ufba, nestes mesmos períodos acontece a inauguração do tabuleiro digital, que atende a alunos cursistas do projeto faced Ufba/Irecê bem como toda a população Ireceense.


Em meados de 2008 um sonho se concretiza. Para ingressar na Universidade Federal da Bahia, tive que passar por uma avaliação inclusiva conhecida como produção de Memórias. Durante este mesmo período, a rede Pública municipal e Estadual, vivencia a primeira avaliação da Provinha Brasil para alunos do segundo ano do ensino fundamental, representando um grande marco para a equipe de alfabetização de alunos nas primeiras series iniciais, do ano de 2007, da qual faço parte.
Eu agora sou estudante universitária da Ufba, que oferece um ensino diferenciado e totalmente inovador, pautado em Aulas Temáticas, e com um Currículo aberto para que seus educandos tenham liberdade de escolher em quais e quantas atividades devem estar participando
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Memórias da infância

Uma macaquinha diferente

Morar em cidade do interior tem lá seus encantos, ser conhecida por todos os moradores men tanto!
Menina magricela de cabelos avermelhados, conhecida como macaquinha ou espanador das estrelas não é nada engaçado quando se referem a você. O segundo apelido bastava olhar para saber por que, ter ente sete e oito anos e quase 1,50 e minha magricelice, compreendem imediatamente. Já para descobrir a origem do meu segundo apelido era necessário conviver comigo. Ou seria sair da escola comigo!
Estudar no Grupo Escolar Imaculada Conceição, foi a parte mais importante da minha infancia de estudante, principalmentepor gostar da professora morar na mesma rua que ela, e voltar com ela para casa pelo quintal de Dona Santa. Contávamos os minutos para acabar a aula e acompanhar a professora Arlete até sua casa, ou seja, até o quintal da sua tia, que era por onde ela costumava atravessar para chegar até sua casa, que ficava do outro lado da rua; sempre dávamos um jeito de distrai-la para sumirmos naquele quintal. Seus donos eram Seu Didi e Dona Santa, coitados! Ainda bem que ela era Santa!
O quintal mais parecia um pomar, que no mês de novembro tinha produção de mangas com seu cheiro adocicado, pinhas com seu cheiro rústico quase imperceptível, tangerinas que exalam um perfume cítrico, inconfundível às narinas. E o minha fruta preferida, condessas mais conhecida como fruta do conde ou ata, que cheiro não soltava no ar mais o prazer de sentir sua polpa e soltar seus caroços de cima da árvore me fascinava. Os diferentes aromas se misturavam, chegava a nos embriagar, era um convite irresistível para quem buscava aventura. Era o nosso parque de diversões.
Com sua sombra frondosa, o pé de condessa parecia me chamar para colher seus frutos marrons avermelhados, seu gosto adocicado e sua poupa arenosa, me enchia a boca d’água. Não tinha como resistir à tentação!
Aquele pé de fruta do conde, imponente e tão majestoso entre as fruteiras, parecia conhecer a capacidade que eu tinha em chegar até seus galhos mais finos e não tão frágeis. Afinal, não representava perigo para ema menina magrela feito um caniço.
Fazíamos a maior algazarra, começávamos comendo nossos frutos prediletos, depois de saciados os nossos desejos, com a farda de tergal azul e branca toda suja de passarmos as mãos e a boca muito lambuzada de comermos, partíamos para a gritaria, atirávamos restos de frutos uma nas outras e logo eram descobertos pela nossa generosa santa. A pobre velhinha chegava aos berros, ”Suas pestes! É tu né sua macaquinha! Desce daí agora! Espera aí sua moleca! Vou manda chamar Nai! (minha mãe). “
E eu ágil e sapeca descia correndo na esperança de voltar outro dia, escondida é claro!
Venci a danada da velha pelo cansaço, não é que de uma hora pra outra ela começou a me convidar para colher os frutos nas partes mais finas das fruteiras! Ela foi quem saiu lucrando com esta história! Vendia os frutos e me pagava, veja só com os próprios frutos em uma cestinha que levava até minha casa.
Eu que gostava mesmo era da aventura de viver trepando nos galhos de frutos às escondidas, acabei perdendo o interesse, pois o verdadeiro sabor que buscava era o da aventura, esta realmente era a melhor parte.

domingo, 2 de novembro de 2008

Projeto de Leitura

Escola Municipal Padre Cícero
Direção: Laceni Cavalcante de Almeida
Coordenação: Márcia Bartira Rosa Rodrigues
Projeto de Aprendizagem: Leitura
Duração Permanente


“Além de ter um valor técnico para a Alfabetização, a leitura é ainda uma fonte de prazer, de satisfação pessoal, de conquista, serve de grande estimulo e motivação para que a criança goste da escola e de estudar”.
(Luiz Carlos Cagliari)


Tema: Leitura e letramento na escola

Objetivo geral:
Envolver os alunos e alunas em práticas de leituras que permitam a compreensão de diferentes gêneros textuais com os quais se defrontam, buscando a formação de leitores letrados e alfabetizados.

Justificativa:
Um leitor só pode constitui-se mediante a uma prática constante de leitura a partir de um trabalho que deve ser organizado em torno das diversidades textuais e questões que abrange a alfabetização e letramento. Para que possa ser objeto de aprendizagem é necessário que a leitura faça sentido para os discentes, dessa forma é interessante que o docente planeje atividades diferenciadas e interessantes que satisfaça a realidade da turma através da conscientização da leitura para o seu cotidiano.


Objetivos específicos:
Conceituais:

Reconhecer a importância da leitura na vida pessoal e social;
Desenvolver o gosto pela leitura;
Desenvolver a linguagem oral, visual e auditiva;
Ampliar o seu repertório textual;
Reconhecer diversos tipos de textos;
Identificar a função de diferentes tipos de textos;
Compreender e interpretar o texto lido;
Compreender a funcionalidade da leitura: ler para estudar, por prazer, informar...
Relacionar situações de leitura com o seu cotidiano;
Compreender o uso e a função da leitura
Desenvolver o gosto pela linguagem fílmica





Procedimentais:


Reorganizar e emprestar os livros da biblioteca para levar para casa
Presenciar e intervir nos atos de leitura;
Fazer analise lingüística enfocando: título,autor,conteúdo, palavras do texto,gravuras, imagens;
Analisar textos bem escritos;
Solicitar pessoas da comunidade interna, local e outras para realizar leituras na sala de aula, pátio e demais espaços na escola;
Comentar sobre livros conhecidos;
Descrever personagens diversos;
Buscar informações e consultas de diversos textos;
Utilizar o reconto como estratégia de leitura;
Organizar nas salas de aula oficinas de leitura literária;
Organizar dramatizações de um livro literário que foi explorado durante o bimestre;
Realizar pesquisas de palavras desconhecidas no dicionário;
Possibilitar aos alunos momentos de discussões sobre o seu processo de aprendizagem na aquisição da leitura;
Realizar momentos de leitura: coletivamente, dupla ou individual;
Relacionar o filme com o livro lido de um determinado conto literário;
Fazer analise de um livro através de: questionários, produção de texto e demais estratégias;
Socializar os livros e materiais a serem utilizados;
Premiar os alunos que mais leram durante o bimestre
Socializar o projeto de leitura para os pais
Solicitar aos um acompanhamento e participação efetiva na leitura em casa;
Organizar um evento especial “Leitura na escola”
Organizar uma rotina de leitura utilizando: biblioteca escolar, mala de leitura, convite aos pais e rodízios de leitura nas turmas.
Realizar apresentações artísticas através da professora de arte: cantar música, ler poemas, piadas etc.


Atitudinais:

Assumir uma atitude curiosa frente à leitura
Valorizar a leitura como fonte de cultura
Apreciar textos de qualidade
Interessar-se pela leitura lida
Respeitar e ouvir os colegas nas atividades de expressão oral

Conteúdos:
Conceituais
Leitura
Diversidade textual
Compreensão de texto
Narrativa lingüística
Funcionalidade do texto
Estratégia de leitura

Procedimentais:
Analise lingüística
Leitura
Leitura filmica
Reconto oral
Pesquisa
Interpretação de texto
Empréstimos de livros
Seleção e organização de materiais
Dramatização

Atitudinais:
Apreciação de leitura
Curiosidade
Respeito
Interessse
Consciência
Atenção

Situações comunicativas
Alunos participando de todas as etapas do projeto
Docentes: mediador e orientador organizando as ações que ocorrerão durante o desenvolvimento do professor
Gestão pedagógica: Orientando, revisando e dando suporte no decorrer do projeto.
Gestão: providenciando os materiais didáticos e colaborando com o pedagógico

Situações favoráveis:
Intercambio entre as turmas
Produzir coletânea de diversos tipos de textos por grupo
Convidar pessoas da comunidade local para ler
Promover evento cultural de leitura
Promover gincana com todos os grupos de um livro ou mais lida durante o bimestre (perguntas e respostas)
Premiar o aluno no pátio da escola que mais leu livro no grupo
Dramatização

Recursos a serem utilizados:
Livros, Textos variados, Papel, Piloto, Lápis, Folha de oficio, Televisão, dvds, Som Cds, Computador, Vídeo, Máquina digital, Coletâneas de textos.

Avaliação:
Ficha diagnóstica de leitura
Debate

Referências:

CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização & Lingüística. São Paulo: editora Scipione, 2003.


Fotos de mães lendo para os filhos, um momento marcante no projeto




























Momentos de leituras realizados no pátio da escola




quarta-feira, 22 de outubro de 2008

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA-FACULDADE DE EDUCAÇÃO
PEDAGOGIA-ENSINO FUNDAMENTAL/ SÉRIES INICIAIS-CICLO UM
ATIVIDADE - LEGISLAÇÃO E EDUCAÇÃO BRASILEIRA: UM PAINEL ATRAVÉS DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA
PROFESSORES: ROSELI SÁ E PAULA SANTOS
PROFESSORA CURSISTA: MARIA RITA OLIVEIRA PEREIRA DE REZENDE


LEI SIM, RÍGIDA NÃO, A MÃO DO SENADOR


Síntese crítica
Avaliação/progressão




Respeitar os ritmos individuais de aprendizagem de cada aluno,
garantir um vida escolar de sucessos e formar um cidadão
consciente e confiante em sua capacidade – eis o principal
objetivo da progressão continuada.
Zilma de Moraes


Atualmente os professores dispõem de vários recursos para avaliar o aluno, podendo assim conhecer suas múltiplas inteligências, bem como suas capacidades e dificuldades. A escola como um todo, possui autonomia de avaliar o aluno e classificá-los de acordo com a sua capacidade de desenvolvimento.
O 1º da lei 9394/96 (BRASIL, 2006) no artigo 23 fundamenta essa afirmação, na medida em que garante à escola a autonomia de tomar decisões próprias, para além de determinações formais, baseando-se na avaliação feita com o aluno, avaliação esta que servirá como referência para dar suporte às decisões tomadas pela instituição.
Percebo que, as escolas atualmente exercem essa autonomia, apenas quando o aluno já faz parte da mesma, e que os profissionais já conhecem o histórico desse aluno, pois as verificações de aprendizagens são constantes, buscando seguir os conceitos de avaliativos pautados no diagnóstico inicial para estar atento as aprendizagens reais dos alunos, e na processual, acompanhando o desempenho dos mesmos durante todo o percurso das suas aprendizagens. Porém, quando se trata de alunos oriundos de outras instituições, a escola o recebe e respeita a documentação burocrática que o acompanha, sem a possibilidade de avançar ou regredir o aluno, mesmo que, após o processo de diagnóstico, constate que esse aluno esteja abaixo ou a cima da série em que esta cursando.
Buscando sanar as demandas dos alunos que chegam sem uma base real dos conhecimentos para estar naquela série /ciclo, a instituição escolar o encaminha para realizar o diagnóstico de aprendizagem, e o inclui no programa de apoio pedagógico, buscando assim reverter o quadro de resultados apresentados, através das intervenções adequadas em cada caso em especial, baseando-se nos objetivos propostos para estes fins que já devem constar no projeto político pedagógico da instituição, que deve ter clareza sobre qual tipo de formação que se pretende que esses alunos obtenham.
Para que esta migração de série/ciclo ocorra, faz-se necessário que a avaliação seja coerente com as organizações dos descritores, que são elencados aos conteúdos que fazem parte de cada etapa desse processo de aprendizagem, para que haja concordância com a lei estabelecida para este fim.
Uma prática constante para garantir que esse direito seja respeitado, é a aplicação do artigo desta lei, de forma escrita no documento de transferência que acompanha o discente, quando ele precisa mudar da instituição de ensino que o promoveu.
No entanto, esta lei garante que, independentemente da escolarização anterior, mediante avaliação feita pela escola, que defina o grau de desenvolvimento e experiência do candidato e permita sua inscrição na série ou etapa adequada, conforme regulamentação do respectivo sistema de ensino. Demo (1998).
O professor ao fazer esta avaliação, deve ter consciência que a prioridade dada à escola para estes alunos “promovidos” deve se única e exclusivamente às aptidões e aprendizagens adquiridas por ele no seu desenvolvimento escolar.
Conclui-se que, as instituições escolares estão carentes de reformas em sua regulamentação que estejam de acordo com as leis educacionais, possibilitando assim o desenvolvimento pleno do processo educacional e garantindo aos educandos o direito de aprender e se desenvolver, de acordo com as suas capacidades para que sejam respeitados os direitos que são garantidos pela lei em questão.


DEMO, Pedro. A Nova LDB: Ranços e Avanços. Campinas, SP: Papirus, 1997. (Coleção magistério: formação e trabalho pedagógico).

Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNS) séries iniciais. Introdutório Ministério da Educação. volume 1. p.81 à 91.Brasília, 2001

Para descontrair

Cérebro eletrônico


Gilberto Gil (1969)


O cérebro eletrônico faz tudo
Faz quase tudo
Faz quase tudo, mas ele é mudo
O cérebro eletrônico comanda
Manda e desmanda
Ele é quem manda, mas ele não anda
Só eu posso Pensar se Deus existe
Só eu posso chorar quando estou triste
Só eu cá com meus botões de carne e osso
Eu falo e ouço
Eu penso e posso
Eu posso decidir se vivo ou morro
Porque sou vivo
Vivo pra cachorro e sei
Que cérebro eletrônico nenhum me dá socorro
No meu caminho inevitável para a morte
Porque sou vivo
Sou muito vivo e sei
Que a morte é nosso impulso primitivo e sei
Que cérebro eletrônico nenhum me dá socorro
Com seus botões de ferro e seus
Olhos de vidro

( Do CD barulhinho bom, de Marisa Monte)